Sinônimo de segurança na defesa do Botafogo e até responsável por uma parcela de gols do time, Antônio Carlos começa mais uma temporada em alta. Tido como xerife, prefere rejeitar o rótulo, mas ao sentir o respeito da torcida alvinegra acredita que vive seu melhor momento na carreira, principalmente por conta da maturidade adquiridade ao longo da carreira. Em 2009, antes de fazer 26 anos, foi dispensado do Atlético-PR. O baque não mudou a maneira de jogar, ainda que o camisa 3 admita, em tom de brincadeira, que alcançou sua afirmação tardiamente.
- Ouvia uma máxima de que zagueiro fica bom dos 26 anos para cima. Eu estou com 28, então estava na hora, né (risos)? Passei a me preocupar mais com outros detalhes, ver vídeos, o que tenho de melhorar. Converso muito com os técnicos, com os companheiros para não errarmos. A evolução foi grande mesmo, mais até no posicionamento. E tenho um respaldo maior por marcar meus gols. Fico mais tranquilo também - comentou Antônio Carlos, um tanto constrangido com a moral dada até pela caricatura criada pelo departamento de marketing, em parceria com o chargista André Guedes, no telão antes dos jogos no Engenhão.
- Que negócio de xerife nada, quero isso, não. Não tem essa de dono da zaga, como o pessoal brinca. Tem outros jogadores, no time todo, que ajudam para caramba. Gostei da charge, o chapéu ficou legal, até falei com Maicosuel que a dele ficou boa também, vestido de mago. Tudo o que é novo é válido, parabéns para o marketing - agradeceu.
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Fonte: globoesporte.globo.com
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