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“Aluno” de Babi, Kalou busca soluções com Honda no Botafogo e não se incomoda com pressão: “Eu gosto”

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Salomon Kalou acaba de completar um mês no Brasil. Desde que chegou ao Rio de Janeiro e foi apresentado pelo Botafogo, já esteve em campo quatro vezes, marcou um gol, mas ainda não conseguiu vencer – foram três empates e uma derrota, no clássico contra o Vasco.

O marfinense tenta retomar o ritmo ideal, já que ainda não conseguiu completar uma partida sem ser substituído – contra Coritiba e Corinthians, no qual fez seu primeiro gol, é verdade, saiu já no final. Ele garante, porém, que tem se adaptado bem ao futebol nacional.

Em entrevista exclusiva aos canais ESPN, Kalou falou sobre a “conexão eterna” com o Brasil – com esposa brasileira e um filho a caminho – e como se enturma no Botafogo, com direito a feijoada com farinha e aulas de dança com o “professor” Matheus Babi.

Adaptação

“Estou me adaptando aos poucos. Estou acostumado com a cultura brasileira, joguei com muitos jogadores brasileiros na minha carreira, então, estou me adaptando.”

Dancinhas

“Eu tenho um bom professor. Um professor de dança, o Matheus Babi. Ele está me mostrando um pouco das danças brasileiras. Estou aprendendo muito com ele.”

O que aprendeu em português

“Valeu, tá ótimo, tudo bem… Comi muita feijoada e farinha. Gosto de música brasileira… Está bom.”

Relação com Honda

“É boa. Nós conversamos muito. É importante ter jogadores jovens e com experiência. Temos que tentar encontrar as soluções para os mais jovens. Então, conversamos muito. Temos uma boa relação.

O primeiro gol

“Sempre digo que é importante dar apoio ao time. Tento ajudar da melhor forma que posso, para trazer um bom espírito ao time. Se eu marco ou Mat (Matheus Babi) marca ou outro companheiro marca, ajuda o Botafogo, é porque fizemos um bom trabalho. Temos que estar unidos. Eu, com a minha experiência, quero ajudar os jovens a fazer parte disso. Temos que estar juntos para ajudar o Botafogo.”

Faculdade e futebol

“Foi meio que uma promessa. Meu pai queria (terminar a faculdade). Ele sempre quis que eu fizesse as duas coisas. Acho que tenho uma grande oportunidade de jogar o jogo que eu amo, que é o futebol e acho que a escola é disciplina. Para mim, é importante ter a disciplina, porque se você tem a disciplina fora de campo, isso pode ser algo bom para a sua carreira. Sempre quis terminar a faculdade. Fico feliz por ter tido a oportunidade de estudar nos últimos dois anos e por conseguir fazer algo que sempre quis.

Pressão?

“É uma boa pressão, realmente boa. Eu gosto. Quando você joga futebol, nesse nível, você tem que lidar com essa pressão. Espero que possa ir bem a cada jogo e ajudar o time a vencer.”

Clássico com Vasco

“É um grande clássico contra o Vasco. É um dos maiores do Brasil. Sei que Botafogo e Vasco são dois clubes históricos. É bom jogar nesse tipo de jogo. Perdemos o primeiro, mas queremos vencer o segundo, porque é um jogo de Copa. Temos que vencer para avançar.”

Recado ao torcedor

“Para os torcedores do Botafogo, estamos juntos, queremos vencer jogos, levar o time ao topo. Nós sentimos falta de vocês no estádio, sabemos que vocês poderiam nos ajudar, mas agora é nossa missão levar o clube ao topo. Esperamos que possamos nos reencontrar bem.”

Fonte: ESPN Brasil / Foto de Capa: Vitor Silva / Botafogo


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