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Botafogo é surpreendido e perde para o Madureira no carioca

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Teve calor, teve chuva. Teve até chuva com calor na tarde desta quarta-feira, em Moça Bonita. Teve gol de algoz, gol de quem foi subutilizado ano passado e rolou até gritos de olé. O Botafogo sofreu bastante e perdeu para o Madureira por 2 a 0, na estreia de ambos no Campeonato Carioca. Souza e Geovane Maranhão decretaram o tropeço alvinegro. No sábado, o Glorioso encara o Nova Iguaçu.

O jogo começou tão quente quanto a temperatura em Bangu, local do jogo: aos cinco minutos, após aplicar uma sequência de chapéus na entrada da área, Airton sofreu falta e Jonas cobrou. O goleiro Rafael fez grande defesa. No contra-ataque, Douglas Lima saiu sozinho com Gatito Fernández, mas chutou por cima.

O Glorioso seguia tentando tomar iniciativa, trabalhando pacientemente. Aos 15 minutos, Montillo chutou perigosamente à esquerda do gol do Tricolor Suburbano. Aos 20, após falta na intermediaria, Emerson Silva escorou e Roger, também de cabeça, obrigou o goleiro a fazer nova defesa.

Ainda fazia bastante calor em Bangu no momento da parada técnica. Talvez por isso o ritmo da partida tenha diminuído. Nova chance de perigo houve apenas aos 37 minutos, com Jonas. O chute de esquerda foi para fora.

Súplicas da torcida do Madureira foram atendidas e Souza, o Caveirão, entrou no jogo após o intervalo. Pouco depois, quem chegou foram as nuvens, os raios e a chuva. Além do cenário meteorológico, a partida também mudaria: Gatito precisou fazer duas intervenções com menos de dez minutos. Aos sete e aos 14, Rodrigo Pimpão não conseguiu ser eficaz na finalização.

Na jogada seguinte, Julio Cesar, de falta, fez o goleiro alvinegro trabalhar mais uma vez. Aos 19, antes da parada técnica. Montillo cobrou falta de longe e quase surpreendeu o goleiro Rafael. Mas foi depois da pausa para hidratação que o placar foi aberto. E com Souza, que voltava após um ano inativo. Ele completou cruzamento de Ruan, da direita, aos 24.

A chuva havia abençoado o gol de um antigo vilão alvinegro. Mas já tinha ido embora quando outra “persona non grata” do Glorioso deixou o dele. Aos 33, Geovane Maranhão ampliou o placar, após tabela na área. O atacante entrou no segundo tempo e, ano passado, fez apenas figuração em General Severiano.

Jair Ventura tentou tornar o time mais ofensivo com substituições. A produtividade do Botafogo, porém, não melhorou. Pelo contrário. A partida terminou com Montillo levando uma caneta.

FICHA TÉCNICA
MADUREIRA 2 X 0 BOTAFOGO

Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 25/1/2016 – 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Luiz Antônio Silva Santos (RJ)
Auxilares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Daniel do Espírito Santo Parro (RJ)
Renda/Público: R$ 40.940,00/ 2.190 presentes/1.690 pagantes
Cartões amarelos: Ruan (MAD); Jonas e Rodrigo Pimpão (BOT)
Cartões vermelhos: Não houve.

Gols: Souza, 24’/2ºT(1-0) e Geovane Maranhão, 33’/2ºT(2-0)

MADUREIRA: Rafael Santos, Ruan, Diego Guerra, Jorge Felipe e Wellington Saci; Leandro Carvalho, William, Douglas Lima (Geovane Maranhão, 30’/2ºT), Bruno (Souza, Intervalo) e Luciano Naninho; Julio Cesar – Técnico: PC Gusmão.

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Jonas, Renan Fonseca, Emerson Silva e Victor Luís; Bruno Silva, Airton (Sassá, 26’/2ºT), Rodrigo Lindoso (Leandrinho, 38’/2ºT) e Montillo; Rodrigo Pimpão (Vinícius Tanque, 41’/2ºT) e Roger – Técnico: Jair Ventura.

Fonte: lancenet.com.br/botafogo


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