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Botafogo teve estratégia contra Flamengo diferente taticamente

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Rubro-negro jogou no 4-3-3 e, no primeiro tempo, com Gabriel na direita, Bruno Henrique de centroavante e De Arrascaeta no banco. Posicionamento lembrou Abel Braga

O gol de Pedro Raul, aos 47 do segundo tempo, valorizou a estratégia de Paulo Autuori para tentar vencer o clássico contra o Flamengo. Depois, veio o empate de pênalti de Gabigol. Postado defensivamente, como aconteceu contra o Atlético-MG, o alvinegro abriu mão de seu conceito e fez linha de cinco defensores. O sistema tático do Botafogo era um 3-4-3 que, numa sanfona, defendia-se no 5-4-1. Como Antonio Conte fazia no Chelsea, campeão inglês de 2017. Como o alvinegro mais se defendeu do que atacou, passou mais tempo com linha de cinco zagueiros: Kevin, Marcelo Benevenuto, Forster, Kanu e Guilherme Santos.

No meio, Bruno Nazário, Caio Alexandre, Honda e Luís Henrique. Só que Nazário escapava como segundo atacante.

O Botafogo acreditou que poderia vencer a partida e trocou o sistema tático, do 5-4-1 para o 4-4-2 com 15 do segundo tempo. Saídas de Kevin e Caio Alexandre, entradas de Barrandeguy e Pedro Raul. O lateral uruguaio entrou, porque Bruno Henrique, na sua posição, tirou o conforto do jovem lateral alvinegro, que jogou bem.

Os gols vieram apenas no final, com Pedro Raul, depois de cobrança de escanteio. Depois, Gabriel, de novo de pênalti, toque de mão de Marcelo Benevenuto. Foi pênalti.

O Botafogo segue invicto, depois de cinco rodadas (quatro jogos), o que não conseguia desde 2007. O Flamengo ainda não se acertou. Em cinco partidas, tem três gols, dois de pênalti em momentos finais de partidas contra o Grêmio e o Botafogo.

Fonte: Globoesporte.com / Foto de Capa: Vitor Silva / Botafogo


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