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CEP critica carta branca a Anderson Barros no Botafogo: “Negociações de horrorizar”

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Gerente de futebol do Botafogo em 2018 e 2019, Anderson Barros foi duramente criticado pelo vice-presidente Carlos Eduardo Pereira

O ex-presidente criticou o profissional hoje no Palmeiras e mais ainda a diretoria pela liberdade que concedeu.

— As coisas foram muito mal conduzidas na gestão do Anderson Barros. Não tenho a menor dúvida disso. Inclusive, quando o Nelson assumiu e colocou o Gustavo Noronha para tocar o departamento de futebol, houve uma reunião no meu escritório. Ali, eles aceitaram a saída do Jair Ventura. Ele levou o preparador físico, nosso melhor analista de desempenho. Eu alertei que havíamos perdido o melhor do nosso departamento. A memória está indo toda embora. Entregaram ao Anderson (Barros) uma carta branca para fazer as contratações e, infelizmente, não teve sucesso. A questão do salário foi agravada também em função das cotas de TV. Tivemos problemas com a escolha dos jogadores – afirmou Carlos Eduardo Pereira.

CEP, como é conhecido, lembrou negociações ruins para o clube, como os contratos com renovação automática e altos salários de Diego Souza e Cícero, além da contratação de  Gatinha.

— Ele (Anderson Barros) não teve a maior culpa. A maior culpa foi a carta branca dada a ele. A direção do Botafogo foi a maior culpada. Porque eram basicamente pessoas que não tinham grande conhecimento do futebol e aceitavam negociações que quando você olha agora, é de horrorizar. Como foi o caso do Diego Souza, que você tinha renovação garantida caso ninguém se interessasse. Tinha o caso do Cícero, do Zé Gatinha. Aquilo foi uma piada de extremo mal gosto – reclamou.

Com Carlos Eduardo Pereira, o gerente de futebol era Antônio Lopes, demitido ao fim da gestão do ex-presidente para a chegada de Anderson Barros.

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do Jorge Nicola

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