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Ciente dos problemas aéreos do Botafogo, Marcelo afirma: “Temos nos cobrado muito”

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Zagueiro reconhece dificuldade do time nos gols que a equipe sofre, mas garante que ele e Kanu estão trabalhando para evitar que isso volte a acontecer já no próximo jogo

A dificuldade do Botafogo nas bolas aéreas não é novidade e os próprios jogadores do time já reconhecem isso. Em entrevista coletiva virtual nesta sexta-feira, o zagueiro Marcelo comentou um pouco sobre o problema nos gols que a equipe tem sofrido. Segundo ele, apesar da escassez de treinamentos, as conversas com Kanu e os vídeos que Bruno Lazaroni tem mostrado devem ajudar a resolver.

– Eu e Kanu temos nos cobrado muito durante os treinamentos, que são poucos, é mais na conversa. A gente também percebeu que, na maior parte dos jogos, os adversários estão encostando na bola e o Lazaroni tem conversado muito com a gente. Não está dando muito para ir ao campo. Ele está nos mostrando os vídeos, mas a gente está procurando melhorar isso e espero que, no próximo jogo, a gente venha a ter êxito nas bolas paradas.

Prestes a chegar ao jogo de número 120 com a camisa do Botafogo, Marcelo quer ainda mais. Em busca de fazer história com a camisa 14, o zagueiro, que estreou com essa camisa na Libertadores de 2017, diz que almeja mais do que dobrar o número atual e ter seu rosto pintado nas paredes de General Severiano e conquistar o inédito título da Copa do Brasil ao clube.

– Fico feliz (com a marca). Espero fazer 200, 300 jogos com a camisa do Botafogo, ficar marcado na história do clube, ter meu rosto estampado também lá em General Severiano. Minha meta também é ajudar o Botafogo a conquistar títulos, especialmente a Copa do Brasil, porque quero ficar marcado no clube. Este ano, se Deus quiser, a gente vai chegar longe na Copa do Brasil e, se possível, levar ela.

Ausente do jogo contra o Grêmio por causa do terceiro cartão amarelo, Marcelo Benevenuto vai poder voltar a campo na próxima partida do Botafogo. O time entra em campo pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro contra o Goiás na próxima segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Nilton Santos.

Confira outros tópicos da entrevista coletiva de Marcelo

Esquema com três zagueiros dificulta entrosamento?

– Acho que é opção de cada treinador. O Paulo optava por colocar o Forster como terceiro zagueiro. Teve jogo também que ele colocou o Forster mais pra frente da linha (de zaga). Acho que isso não atrapalha. Claro que eu e Kanu temos entrosamento desde a base. O Forster jogando mais adiantado ajuda o Honda e o Caio, que estão chegando mais na área.

– Não atrapalha em nada, é opção de cada treinador. Paulo preferia jogar com três e o Lazaroni prefere fazer com uma proteção e a defesa tendo a linha de quatro jogadores, fazendo com que o Honda e o Caio joguem mais próximos do gol adversário.

Significado de marca de 120 jogos pelo Botafogo

– Fico feliz de estar batendo em 120 jogos com a camisa do Glorioso. Parece até que foi ontem que renovei meu contrato. Lembro que foi em General Severiano que eu estava conversando com o Manoel Renha (membro do Comitê Gestor do Futebol e ex-VP da base) e ele deu até a ideia de eu continuar com a camisa 14, porque ninguém fez história com a camisa 14. Estreei com ela na Libertadores e fui bem na maioria dos jogos.

– Fico feliz. Espero fazer 200, 300 jogos com a camisa do Botafogo, ficar marcado na história do clube, ter meu rosto estampado também lá em General Severiano. Minha meta também é ajudar o Botafogo a conquistar títulos, especialmente a Copa do Brasil, porque quero ficar marcado no clube. Este ano, se Deus quiser, a gente vai chegar longe na Copa do Brasil e, se possível, levar ela.

Botafogo sofre poucos contra-ataques e toma muitos gols com a área povoada. Como mudar?

– É corrigir trabalhando. A área fica um pouco povoada mesmo, mas às vezes, é desatenção individual de algum jogador que faz com que o adversário finalize. Vamos analisar pelos vídeos que o Lazaroni passa para a gente, já que a gente não tem tempo de treinar, né. Vamos ver o que está errado para corrigir e não cometer o erro nos próximos jogos.

Inovações nos treinos e calendário intenso

– Essa pandemia ninguém esperava, é inédito no mundo todo. Ter que jogar de três em três dias, acho que o time sentiu também o desgaste de viagens. Nunca tinha passado por isso. A gente vai procurar trabalhar para sair dessa situação o mais rápido possível.

Pelo o que o Botafogo briga?

– O Campeonato Brasileiro está bem disputado, quando você ganha dois jogos está lá em cima, quando perde já está na zona que não é legal. Primeiro, a gente tenta se distanciar o mais rápido possível da zona da degola. Quanto à Copa do Brasil, a gente pretende chegar longe e buscar o título, pelo menos é minha meta particular. No Brasileiro também, a gente procura colocar o Botafogo numa zona confortável e, se possível, buscar classificação para a Libertadores.

– A gente procura primeiro se distanciar da zona de baixo e, como o primeiro turno está acabando, acredito que a gente possa embalar nos próximos jogos e buscar as vitórias para ficar mais tranquilos. Ganhar do Goiás e Ceará é fundamental para subirmos na tabela.

Como estão as aulas de inglês e a comunicação com o Honda?

– Já tem uma semana que eu não faço, professor deve estar doido comigo, mas vou voltar a fazer, porque a semana foi difícil. A gente está interagindo bem com o Honda, ele está se sentindo em casa, não quer nem mais ir embora pro Japão (risos). Nunca tive vontade de aprender outra língua e ele me ensinou muitas coisas boas. Não basta ser jogador, mas fora de campo temos que buscar o conhecimento, porque não seremos jogadores para sempre. Ele me incentivou e abriu meus olhos.

Fonte: GE / Foto de Capa: Vitor Silva – Botafogo


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