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Com indefinição no basquete, Botafogo estuda usar verba incentivada em museu e TV oficial

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Obrigado a apresentar projetos culturais ao governo do estado do Rio para aproveitar o patrocínio, clube avalia alternativas. Cláusula de rescisão para dar liberdade à S/A é incluída

Sem poder usar o patrocínio da Tim para investimentos nos esportes, o Botafogo estuda usar a verba incentivada para a criação de um museu e para alavancar a TV oficial do clube. A decisão ainda não está tomada e a diretoria espera por notícias do governo do estado do Rio de Janeiro para apresentar projetos.

Entre as possibilidades, o Bota dá atenção especial a esses dois caminhos. A construção de um museu é vista como interessante para dar um espaço de homenagem à história do clube e, ao mesmo tempo, criar outra fonte de receita com torcedores e turistas. Outro plano na mesa é investimento e melhor estrutura para a BotafogoTV, uma das prioridades recentes dos departamentos de comunicação e marketing.

São duas maneiras que o clube já pensou para respeitar os novos moldes do acordo com a patrocinadora, mas outras alternativas ainda serão discutidas. Para isso, o clube espera pela abertura de edital por parte do governo do estado. O que a secretaria responsável garantiu ao GE que acontecerá em breve.

“A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) informa que está finalizando a criação de um novo sistema de cadastro de projetos culturais. O formato e os prazos para inscrições de projetos voltados à cultura serão anunciados em agosto. Até o momento, a Sececrj não recebeu informações sobre o projeto citado na demanda”.

“Risco S/A” no papel

A mudança de destino para a verba incentivada não foi a única mudança no novo contrato entre Botafogo e Tim. O clube optou, também, por incluir uma cláusula para dar aos novos gestores do futebol a possibilidade de encerrar o vínculo, caso o clube-empresa saia do papel durante esse contrato.

Isso porque esse patrocínio, apesar de destinado a outros setores do clube, é ativo gerado pelo futebol, que será separado e administrado pelos investidores que formarão a S/A. A rescisão não é dada como certa, mas foi incluída a possibilidade para dar liberdade aos novos gestores e evitar problemas jurídicos. A decisão só pode ser tomada após aviso ao parceiro e um período de transição.

Fonte: Globoesporte.com / Foto de Capa: Vitor Silva / Botafogo


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