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Como clubes podem se proteger de más administrações ao virarem empresa?

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Mais um capítulo da crise do Figueirense veio à tona nesta terça-feira (24), quando a Elephant, empresa que administrava o futebol do clube até a semana passada, entrou com pedido na CBF para retirar o clube da disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. A entidade afirmou que o pedido não chegou a ser considerado, uma vez que a Elephant não é filiada à CBF. Mais tarde, em entrevista à rádio CBN/Diário, o presidente interino do Figueirense, Francisco de Assis, afirmou que o clube vai processar Cláudio Honigman, presidente da Elephant, por ele, segundo Francisco de Assis, ter retirado ilegalmente R$ 260 mil das contas do clube catarinense em benefício próprio. O saque teria sido feito na última segunda-feira. Mas como os clubes podem se proteger para que não virem reféns de uma má administração? “Tem como prevenir. Com mecanismos internos do clube. Governança e compliance. Que exija que qualquer parceria com terceiros seja precedida de uma profunda análise da empresa e seus sócios. Não precisa mudar estatuto ou criar lei. É só ter um regulamento interno que preveja esse tipo de cuidado por parte da diretoria e conselhos. Isso é uma competência da própria diretoria do clube e do conselho que for votar. O que tem que existir é uma governança dentro do clube. Qualquer clube organizado vai investigar o parceiro. E contar com uma boa assessoria jurídica por parte das associações”, afirmou o advogado Bernardo Accioly, especialista em direito esportivo.

Fonte:blog Lei em Campo


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