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De família botafoguense, Matheus Babi revela “pressão” por gols e vitórias: “Começa em casa”

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Atacante chegou ao clube nessa temporada e empolgou a torcida com o bom início. Com elogio ao técnico Autuori, jogador revela receio durante negociação: “É clube grande”

Se o resultado não sai e a bola não entra para o Botafogo, Matheus Babi se preocupa mais com a corneta dentro de casa do que do torcedor desconhecido. De família botafoguense, o atacante contou que a “pressão” começa, principalmente, pelos avós.

De Macaé, onde Babi nasceu e foi criado, seu Tuíca e dona Fátima ficam em cima do neto no Rio de Janeiro. Ao Globoesporte.com, o atacante contou como é defender o clube do coração da família.

– Fui criado pelos meus avós, mas meu pai também sempre foi muito presente, sempre me apoiando. Meus avós ainda são botafoguenses, então, a pressão já começa dentro de casa. Se perder… Já vão no ouvido, mas se ganhar, é festa – disse.

– Meu avô me liga direto, é só ter notícia do Botafogo. Eu digo: “Vô, calma. Mais tarde te ligo, estou ocupado” e ele diz que estão falando de mim no grupo, que quer saber das notícias… – completou.

No Botafogo, Babi tem a primeira grande chance no profissional de um clube grande. O jogador passou por Vasco e Grêmio na base, mas se profissionalizou no Macaé. Ele lembra que, durante a pandemia, chegou a “perturbar” os empresários por temer que o acerto não desse certo.

– Eu ficava agoniado. Toda hora mandava mensagem para o meu representante e ele pedia calma, disse que daria tudo certo, mas eu enchia o saco, eles ficavam putos comigo, mas estava ansioso, é clube grande, Botafogo. Ficava com medo de não dar certo, mas deu tudo certo.

– Quando cheguei no Botafogo, fiquei sem acreditar. Caramba, é o Botafogo. Procurei trabalhar bastante para corresponder. Fui muito bem recebido, a rapaziada é bem gente boa, mas fiquei nervoso, querendo saber como seria. Botei na minha cabeça que teria que ser forte. Consegui um bom início, mas tenho muito que evoluir. É só o começo. A intensidade do jogo é completamente diferente – lembrou.

Bate-bola com Babi:

Origem do apelido

– O Babi vem desde pequeno, de criança em Macaé, com o pessoal lá do Morro de São Jorge. Pegou esse apelido e eu acostumei. Não saiu mais. Foi na zoação. Tinha outro Matheus e tinham que diferenciar. Aí, começaram a me chamar de Babidi, mas não pegou. Aí, começou Babi para lá, Babi para cá. É por causa do desenho Dragon Ball, mas eu não acho que pareço com ele, não.

Elogio a Autuori

– Ele procura me deixar livre: “Faz o que você quiser, procura se movimentar ali na frente que o resto eu resolvo”. Sempre diz isso. Ele dá liberdade para ser o que você é e a gente acaba se soltando para fazer o que sabe.

Convivência com Honda

– Honda é na dele. Brinca, mas também orienta, chama o tradutor no campo para a gente poder conversar com ele, mas gosta de brincadeira também. Ele gosta de brincar com o Marcelo, o Caio, o Kanu… Quando juntam os três para o lado dele, ele se solta.

“Ibabimovic” alvinegro

– Achei o apelido engraçadão. Assisto uns vídeos dele, porque é uma referência ali na frente e ele é grandalhão também. Quando mandaram essa, eu ri muito, gostei do apelido.

Referências na posição

– Meu ídolo é o Ronaldo. Procuro assistir muitos vídeos de jogadores de frente. Ronaldo, Romário, Henry… Minhas referências são o Ronaldo e o Romário.

Fonte: Globoesporte.com / Foto de Capa: André Durão


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