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Dirigente defende modelo da venda de Bochecha pelo Botafogo: “Nos últimos anos, foi só custo”

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A negociação de Gustavo Bochecha do Botafogo com o Juventude, sem compensação financeira, gerou críticas por parte da torcida. O clube alvinegro manteve 50% dos direitos econômicos. O modelo foi defendido pelo ex-presidente Carlos Augusto Montenegro, membro do Comitê Executivo de Futebol.

Em entrevista ao Esporte Interativo, Montenegro defendeu que o Botafogo fará uma economia de R$ 1 milhão por ano.

– Bochecha é um jogador jovem, começou na base do Botafogo, mas já está com 24 anos. Teve oito anos no Botafogo. Quando os torcedores questionam, tem que entender que não é só o que se cobra do outro clube, mas também o que se deixa de pagar. O custo anual do Bochecha é de R$ 1 milhão por ano (entre salários e encargos). Nos últimos anos, não estava jogando, teve quatro ou cinco técnicos, não pegou as chances. Tem qualidade com a bola nos pés, mas precisa se dedicar mais. O fato é que imaginamos ele como patrimônio, mas nos últimos anos, foi só custo. O Juventude teve interesse nele, negociamos e continuamos com 50% dos direitos econômicos. Se voltar a jogar bem e for vendido, ótimo, vamos ter 50%. Se não jogar bem, vamos economizar R$ 1 milhão – argumentou.

O Botafogo preferiu vender Bochecha do que emprestar.

– Na nossa visão foi melhor que empréstimo, porque com empréstimo, se o Juventude não quisesse ele, voltaria em um ano ao Botafogo. Agora, não volta, ou vai bem e é vendido ou fica no Juventude e o custo é deles – explicou Montenegro.

Fonte: Redação FogãoNET e Esporte Interativo / Foto de Capa: Vítor Silva / Botafogo


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