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Emerson Silva recusa Coxa e fica no Bota

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Em meio a tantas negociações, por reforços e renovações, em um caso não houve novela no Botafogo: Emerson Silva foi o primeiro jogador em fim de contrato a assegurar a sequência para 2017. Apesar de não ser titular absoluto, a permanência foi um pedido da comissão técnica, que conta com a experiência do defensor de 33 anos para Libertadores. Emerson renovou até dezembro do próximo ano.

– O (Antônio) Lopes me procurou e falou que a comissão técnica pediu a minha renovação. Para mim foi muito bom, motivo de orgulho. Acho que pesou muito o lado profissional. Graças a Deus fui contemplado, pois meu pensamento sempre foi ficar. Mas fiquei especialmente feliz por ter sido um pedido da comissão e do Jair – disse o atleta.
Emerson Silva topou de imediato a renovação, mas tinha proposta para sair. O Coritiba, clube que defendeu entre 2011 e 2013 e o ajudou a chegar à Seleção, o procurou. Apesar do carinho e da idolatria – o zagueiro foi ovacionado no Couto Pereira quando esteve por lá com o Botafogo -, Emerson preferiu seguir em General Severiano.

– Tinha uma situação muito boa no Coritiba para mim. Fui muito feliz lá, sei que as portas estão abertas. Mas quis ficar no Botafogo, até pela chance de disputar uma Libertadores. Estou muito feliz e já me adaptei. Isso pesou. Minha esposa e meu filho estão adaptados ao Rio de Janeiro. Curitiba tem o clima um pouco frio para o meu filho. Isso pesou também. Gosto muito do Botafogo, todos funcionários me receberam muito bem. Mas sei que tenho as portas abertas no Coritiba – acrescentou o jogador.
Acima de tudo, o sonho de disputar sua primeira Libertadores pesou. Em 2013, Emerson foi contrato pelo Atlético-MG logo após a conquista continental do Galo. A ideia era disputar o Mundial de Clubes, em dezembro. No entanto, por conta de um problema de documentação, o zagueiro ficou de fora. Agora, apesar da experiência, confessa esta ansioso.

– Estou ansioso, lógico, mesmo com 33 anos. É algo novo para mim. Pergunto para vários jogadores como é jogar a Libertadores. É um ambiente diferente. Bate a ansiedade. Vamos procurar fazer o nosso melhor, manter os pés no chão, continuar trabalhando. Acredito que tem coisas boas reservadas para nós no próximo ano – encerrou o defensor.

Fonte: Globo esporte


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