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Entrevista com Anderson Daronco: “VAR não é videogame e pede paciência”

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Desde que entrou em campo, o VAR divide opiniões.

Se parece óbvio que o uso da tecnologia chegou com atraso ao esporte mais popular do mundo e que pode, sim, ter uso útil para limar do futebol os erros grosseiros, também é verdade que o protocolo do VAR não é objetivo e, na prática, multiplicou os casos de discussão e debate. Isso sem falar no quanto quebra o ritmo das partidas e piorou a experiência de torcer nos estádios.

Engana-se quem pensa que os árbitros têm ideias idênticas sobre o uso da tecnologia. Engana-se mais ainda quem acredita que durante a pandemia do coronavírus os árbitros estão de “férias”.

Em entrevista inédita e surpreendente, o gaúcho Anderson Daronco (CBF/FIFA), falou sobre a nova ferramenta e sobre a adaptação pela qual os árbitros precisaram e ainda precisam passar. “VAR não é videogame e pede paciência”, contou, mas admitiu): “Talvez no começo do Brasileiro-19 estava demais (a interferência. Depois fomos nos adaptando e, no final do Brasileiro, estava bem melhor.”

De bom humor, falou que em home office participa de reuniões com a Comissão de Arbitragem, que está atento às possíveis mudanças de regras e protocolos quando a bola voltar a rolar, que segue se exercitando em casa e que também usa o tempo ocioso para rever alguns jogos. “Mas não xingo o árbitro, não!”

Fonte: UOL


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