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Feliz aniversário (e dia do goleiro): Manga é homenageado por ex-times em data especial em dobro

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Dia do goleiro é celebrado em 26 de abril por causa do ex-jogador da Seleção, de mudança para o Rio de Janeiro para viver no Retiro dos Artistas

Um dos grandes nomes do futebol brasileiro, Manga completa 83 anos neste domingo, considerado o dia do goleiro justamente por sua causa. Em razão do aniversário, o jogador que defendeu a meta da Seleção na Copa de 1966 foi homenageado por alguns dos clubes que marcaram sua carreira, casos de Sport (onde começou), Botafogo, Nacional-URU e Internacional. Confira:

Conta-se que a ideia de estabelecer o dia do goleiro no aniversário de Manga partiu do tenente Raul Carlesso e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, professores da Escola de Educação Física do Exército do Rio de Janeiro, em meados dos anos 70.

Nascido no Recife, o pernambucano Manga começou a carreira no Sport e, ainda jovem, se mudou para o Botafogo, onde brilhou por uma década a ponto de ser convocado para ser o goleiro titular da seleção brasileira na Copa de 1966.

Também é ídolo do Nacional-URU e do Inter, times pelos quais foi campeão da Libertadores (1971) e Brasileiro (1975 e 1976), respectivamente. Em 1981, pendurou as luvas com a camisa do Barcelona-EQU.

Depois de se aposentar, ele viveu no Equador e, de volta ao Brasil, está de mudança para o Rio de Janeiro, onde viverá no Retiro dos Artistas, presidido pelo ator alvinegro Stepan Nercessian. No ano passado, o ex-goleiro enfrentou situação delicada de saúde, por conta de um sério problema renal, agravado por uma anemia aguda e atualmente conta com a ajuda de torcedores, amigos e fãs.

Enquanto aguarda a reforma da casa na qual vai morar no Retiro dos Artistas com a esposa Cecília, o ex-goleiro (que ainda defendeu Grêmio, Coritiba e Operário-MS) está temporariamente em um hotel em São Paulo, como contou em entrevista à Rádio Gaúcha. Ele aproveitou para pedir uma ajuda dos ex-clubes:

“Me deram uma casa e uma oportunidade de viver o resto da minha vida com minha esposa Cecília. O que peço aos clubes que joguei é uma ajuda econômica. Não milionária, mas apenas para viver tranquilo no Rio de Janeiro, comprar remédios e comida”.

Fonte: Globoesporte.com


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