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Em grave crise financeira, o Botafogo aposta fortemente nas categorias de base para tirar a corda do pescoço. Além de buscar uma venda na atual janela de transferências internacionais, o clube pensa no futuro e vem intensificando as renovações com seus pratas da casa e se protegendo com contratos longos. Em um ano, de julho de 2017 para cá, o Alvinegro já ampliou o vínculo de 18 jogadores crias de General Severiano, sendo 10 deles já efetivados no profissional.

Os últimos foram Leandrinho e Bochecha. O meia, de 21 anos, acertou esta semana o novo vínculo até o fim de 2020, enquanto o volante, de 22, no início do mês prorrogou o seu até o término de 2021. Antes, Igor Rabello (2020) renovou em maio; Ezequiel (2022) e Marcinho (2020), em abril; Saulo (2020) e os emprestados Renan Gorne (2020), Vinícius Tanque (2020) e Fernandes (2019), em janeiro; e no segundo semestre do ano passado foi a vez de Helerson (2020).

Entre os que ainda estão no sub-20, o goleiro Andrew renovou em agosto de 2017 até o fim de 2019. Dois meses depois, foi o atacante Rhuan que amplicou seu vínculo até outubro de 2020. Quase a mesma duração dos contratos firmados esse ano pelo centroavante Igor Cássio, até setembro, e pelo volante Caio Alexandre, até dezembro de 2020. E em junho, foi a vez do lateral-esquerdo Lucas Barros assinar até o término de 2019.

Por fim, outras três renovações no sub-17: do zagueiro Davi Sousa, em julho do ano passado, e dos atacantes Gabriel e Cristiano, que assinaram em fevereiro e março de 2018. Os três vínculos vão até dezembro de 2019. Fora do prazo do levantamento do GloboEsporte.com, mas também recentes, tiveram Amilcar (2019), Rickson (2019) e Kanu (2020), em junho do ano passado. A duração da maioria é até o final do mandato de Nelson Mufarrej, que aposta alto na base:

– Estamos fazendo um trabalho de base muito bom, esses jogadores são um ativo importante para a gente. Alguém pode chegar hoje e dizer: “Ah, mas fulaninho não está jogando como na base”, mas vai jogar. São detalhes, e graças a Deus nossa base está indo bem. Vamos cada vez mais fortalecê-la e ter um ganho muito grande para o torcedor botafoguense – defendeu o presidente.

18 renovações em 12 meses:

Andrew (17 anos): renovado em agosto de 2017 até 2019
Bochecha (22 anos): renovado em julho de 2018 até 2021
Caio Alexandre (19 anos): renovado em junho de 2018 até 2020
Cristiano (17 anos): renovado em março de 2018 até 2019
Davi Sousa (17 anos): renovado em julho de 2017 até 2019
Ezequiel (20 anos): renovado em abril de 2018 até 2022
Fernandes (23 anos): renovado em janeiro de 2018 até 2019
Gabriel (16 anos): renovado em fevereiro de 2018 até 2019
Helerson (20 anos): renovado em agosto de 2017 até 2020
Igor Cássio (20 anos): renovado em abril de 2018 até 2020
Igor Rabello (23 anos): renovado em maio de 2018 até 2020
Leandrinho (21 anos): renovado em julho de 2018 até 2020
Lucas Barros (18 anos): renovado em junho de 2018 até 2019
Marcinho (22 anos): renovado em abril de 2018 até 2020
Renan Gorne (22 anos): renovado em janeiro de 2018 até 2020
Rhuan (18 anos): renovado em outubro de 2017 até 2020
Saulo (23 anos): renovado em janeiro de 2018 até 2020
Vinícius Tanque (23 anos): renovado em janeiro de 2018 até 2020

Aposta na geração de 2016

Oito das recentes renovações foram com jogadores que fizeram parte da campanha do inédito título brasileiro sub-20 em 2016. São eles: Marcinho, Helerson, Kanu, Bochecha, Amilcar, Rickson, Renan Gorne e Igor Cássio. Outros nomes do time como Matheus Fernandes (2020), Marcelo Benevenuto (2020), Yuri (2019), Lucas Campos (2019), Pachu (2019), Victor Lindenberg (2019) e Fernando (2020), por exemplo, ampliaram seus vínculos logo após a conquista. A última vitoriosa geração alvinegra ainda é esperança, e o diretor da base, Manoel Renha, pede paciência:

– A gente subiu muitos daquela geração de 2016, alguns até anteriores a ela, como é o caso do Leandrinho. O caminho do Botafogo passa por revelar jogadores que possam aproveitar a oportunidade no profissional. Alguns respondem mais rápido, maior exemplo hoje é o Matheus Fernandes. Outros oscilam e precisam de um tempo, outro bom exemplo é o Igor Rabello, que na primeira temporada jogou no Náutico. Assim como o Sassá um ano antes. E tem outros que eu acredito e aposto, às vezes não dão a resposta tão rápida. A torcida deve ter um pouco de paciência por serem formados no clube e pelo investimento feito.

Fonte: Globoesporte.com


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