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Gerente do Bota justifica demissão de jovem: “Não foi uma atitude isolada”

Eduardo Freeland revela que Alvinegro já teve outros problemas disciplinares com o volante Gustavo Rodrigues e lamenta: “Uma pena porque a gente procura “educá-los”

A demissão de Gustavo Rodrigues, volante do time sub-17 do Botafogo que usou o Twitter para comemorar a vitória do rival Flamengo em cima do Cruzeiro e depois avisou que iria “pagodear” na noite, faltando ao treino no dia seguinte mesmo “lembrado” por um companheiro, tomou conta das redes sociais. Muitos torcedores viram a postura do clube como correta, outros citaram a juventude para condenar a decisão julgada como radical. Mas Eduardo Freeland, gerente geral das categorias de base alvinegras, explicou que a atitude foi pelo conjunto da obra. Em entrevista junto do técnico do sub-20, Eduardo Barroca, na redação do GloboEsporte.com (veja no vídeo acima), o dirigente revelou que não foi o primeiro problema disciplinar do atleta, lamentou o episódio e valorizou ter sido um caso isolado em General Severiano.

– É um caso que a gente já viu acontecer em todos os clubes, isso vira e mexe acontece. Até porque são adolescentes, nunca podemos esquecer porque nós fomos também e sabemos que nessa fase a gente não mede muito as nossas ações. Isso é muito natural. Infelizmente ele teve essa atitude, e uma atitude como essa tem uma responsabilidade muito grande por trás. Hoje ele não faz mais parte do nosso quadro de atletas. Não foi uma atitude isolada, a gente já vinha tendo algumas ações através da nossa equipe multidisciplinar com esse atleta, e infelizmente aconteceu de ele ter uma infelicidade em uma declaração. Para a gente é uma pena, mas foi uma decisão, uma escolha, uma ação que ele tomou. Mas dentro dessa questão, se for avaliar, a gente trabalha com cerca de 200 atletas no clube ao longo de quantos anos, então aconteceu uma vez, a gente não vê como nada fora da curva. É uma pena porque a gente trabalha e procura “educá-los” para um outro contexto, treiná-los para isso, mas a gente entende que a fase da vida desses meninos, as orientações e influências externas são muitas, e isso é um processo natural que pode acontecer, e a gente vê acontecer com tantos outros clubes.

Gustavo Rodrigues, o Guga, estava em seu primeiro ano no sub-17 e estava na reserva, o que acontece geralmente quando alguém sobe de categoria. Ele também tinha foto em seu perfil em que brinca com a frase “aquele famoso migué (gíria boleira para enganar)” enquanto aparece com o uniforme do Botafogo ao telefone na cobertura de um prédio. Logo após a repercussão, ele bloqueou sua conta no Twitter, mas a liberou em seguida e passou a retuitar mensagens de torcedores pedindo que o Flamengo o contrate. Ele ainda não tinha contrato profissional.
Após a polêmica, Guga voltou ao Twitter, bloqueou sua conta de novo e respondeu ao Botafogo
Fonte: globoesporte.globo.com


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