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Grupo da Flórida, ex-Bordeaux, fez proposta para Botafogo S/A; clube não conversou com fundo trilionário saudita

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Mesmo na quarentena e com os campeonatos paralisados por causa da pandemia do novo coronavírus, o Botafogo continua trabalhando, em reuniões semanais por videoconferência, para conseguir investidores para a criação da S/A, principal objetivo da diretoria do clube na temporada e um dos primeiros interessados em participar do clube-empresa foi o GACP Sports (General American Capital Partners), da Flórida, Estados Unidos.

Boletim do C.E apurou que o interesse, inclusive, chegou a ser formalizado pelos dois líderes da empresa, o americano Joseph DaGrosa e o português Hugo Varela, após reuniões presenciais no Brasil com membros do comitê executivo dedicado à transição para a nova gestão do futebol do Botafogo. No entanto, as conversas não avançaram, porque não houve entendimento. Entrar no mercado sul-americano é um dos objetivos ambiciosos do grupo, que enxerga a crise financeira causada pela Covid-19 como uma oportunidade de adquirir novas equipes pelo mundo.

O GACP Sports, que já teve participação financeira e comandou o Bordeaux, da França, também sentou para negociar recentemente com outro alvinegro, o Newcastle United, da Inglaterra, entretanto, as tratativas não evoluíram no fim de 2019. O clube inglês está muito perto de concretizar o processo de venda para um poderoso fundo de ações da Arábia Saudita, o Fund investiment Public, que tem um patrimônio estimado em R$ 1 trilhão.

Sauditas do Newcastle” não negociaram com o Botafogo

Essa aproximação dos sauditas com o Newcastle foi comentada brevemente por Ricardo Rotenberg, em uma live na última terça-feira no YouTube. O vice-presidente comercial do Botafogo deu a entender que os sauditas que estão próximos dos Magpies também demonstraram interesse no projeto do Glorioso. Porém, não foi bem isso que aconteceu. O dirigente explicou à coluna do FogãoNET que tudo não passou de uma confusão.

–  O Newcastle se colocou à venda. Um fundo americano se propôs a comprá-los e recusaram. Meses depois, acertaram a venda para um grupo da Arábia Saudita. Houve uma confusão com o “quem quis comprar” com “quem comprou”. Eu quis dizer que o fundo interessado no Botafogo foi o americano que tentou comprar meses atrás. Esse grupo saudita nunca foi cogitado no Botafogo – esclareceu Rotenberg.

Fonte: Redação FogãoNET


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