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Ídolo do Botafogo, Sandro elege trio mais chato que já enfrentou e brinca: “Zagueiro de gols bonitos”

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Ex-defensor cita Romário e Edmundo entre rivais mais complicados e lembra os gols mais importantes que marcou, dois pelo Bota e um pelo Sport

“Eu me considero um zagueiro de gols bonitos.” As palavras são de Sandro Barbosa, ídolo do Botafogo, que fez a carreira deixando marcas nas redes dos adversários e colocando-se frente às forças de atacantes como Romário e Edmundo.

Agora ex-atleta, aos 47 anos, o pernambucano elege, com uma atenção especial ao clube carioca, os gols mais importantes da carreira e os rivais mais difíceis de parar dentro de campo.

“Atacantes mais difíceis, um é Romário… Esse não tem jeito de deixar fora. Edmundo era muito chato de marcar. Outro jogador também que eu achei difícil de marcar foi o Muller.”

Se por um lado o zagueiro tinha, por obrigação, um papel decisivo na defesa, Sandro também levou consigo momentos importantes em outro setor em campo: o ataque.

“Um dos gols mais importantes da minha carreira, ou o mais importante, foi Botafogo e Marília, no Caio Martins. Zero a zero contra o Marília, aquele jogo da subida do Botafogo para a primeira divisão. Aí Leandrão segurou ela, deu voltando e eu vim de trás… Aí saí batendo no braço, a galera gostou para caramba, foi ali que o Botafogo voltou para a primeira divisão.”

O cronômetro marcava 26 minutos quando Sandro balançou as redes naquele dia 22 de novembro de 2003, mas o placar terminou com uma vantagem ainda maior. O clube carioca venceu por 3 a 1, com dois pênaltis convertidos por Camacho e um gol adversário marcado pelo atacante Camanducaia.

Na ocasião, o Botafogo garantiu o acesso com uma rodada de antecedência ao se beneficiar da vitória do Palmeiras sobre o Sport, que chegou à última rodada do quadrangular final da Série B sem chances de ultrapassar o Alvinegro.

Coincidência ou não, foi justamente pelo Rubro-negro, conta o zagueiro, que ele marcou, nove anos antes, o segundo gol mais importante da carreira. Era Copa do Nordeste de 1994, edição em que o Sport terminou como campeão, mas ainda no início do campeonato, venceu o Vitória por 3 a 0 na fase de grupos, com uma das marcas saindo dos pés de Sandro.

“O segundo mais importante foi pelo Sport, contra o Vitória da Bahia, na Copa do Nordeste, em Maceió. Gol de falta por fora da barreira, Nilson era o goleiro, não conseguiu chegar.”

Mais de um ano depois, ele deixou o Leão para acertar com o Santos, em 1996, clube que defenderia por três temporadas antes de assinar com o Botafogo. Em 1999, o primeiro pelo clube carioca, ele não demorou a marcar, porque logo no dia 12 de maio, deu ao Alvinegro o empate que levou o time à disputa de pênaltis das quartas de final da Copa do Brasil daquele ano.

“O terceiro gol foi Botafogo e Athletico, lá na Baixada, nas quartas de finais da Copa do Brasil de 1999. Foi um gol que estava 2 a 0 para o Athletico, a gente tinha ganho deles de 2 a 1 no Maracanã. Dei a bicicleta, aí foi o gol que levou para os pênaltis e nos pênaltis a gente classificou o time para a semifinal contra o Palmeiras, passamos pelo Palmeiras e fomos para a final com o juventude e perdemos na final.”

Fonte: Globoesporte.com


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