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Jair concede entrevista após a classificação

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O momento foi de muita comemoração, mas também de desabafo. O mesmo tom adotado pelos jogadores na saída de campo foi usado pelo técnico Jair Ventura após o empate por 1 a 1 com o Colo-Colo em Santiago, no Chile, e a classificação para a última fase da Pré-Libertadores. Sobrou até para Pablo Guede, técnico argentino que comanda a equipe chilena e travou uma “Guerra fria” com o treinador alvinegro durante os dois duelos.

– É triste (o clima criado), estive em um curso com 56 treinadores, com o Zé Ricardo (técnico do Flamengo) e o Eduardo Baptista (treinador do Palmeiras) ao meu lado… A gente se fala, cumprimentei todos os treinadores com quem jogamos contra. Respeito a conduta dele, mas não faria. Ele falou bastante da nossa equipe e esqueceu de se preocupar com a dele. Pintaram nosso vestiário para ficar um cheiro forte de tinta, é triste. Tratamos eles tão bem lá no Rio de Janeiro). Mas futebol é resolvido dentro de campo, e o Botafogo foi superior. Agora ele vai ter que esperar a próxima – alfinetou o comandante alvinegro.

Classificado, o Botafogo agora espera quem passar do confronto entre Olímpia, do Paraguai, e Independiente Del Valle, do Equador – no confronto de ida, vitória dos equatorianos em casa por 1 a 0, a segunda parida será às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira. Na semana que vem já começa o próximo mata-mata, mas antes o Alvinegro tem pela frente o clássico contra o Flamengo neste domingo, às 19h30, no Estádio Nilton Santos.

Confira outros trechos da entrevista

AUSÊNCIA DE CAMILO
Força máxima é quem entra. Nós tentamos, fez falta? Fez, é o nosso camisa 10. O Camilo é jogador de Seleção.

PIMPÃO
A entrega desse cara mostra a cara do Botafogo. Equipe valente, intensidade, então conseguimos suprir a ausência do Camilo. Fomos fortes, valentes, mas ainda não conseguimos nada. Temos mais um grande jogo pela frente para conseguir nosso objetivo.

OLIMPIA OU DEL VALLE?
A gente não escolhe adversário e continua não escolhendo.

ATUAÇÃO DE MARCELO
Hoje ele é o titular. O Marcelo tem algo que eu gosto, que é: quando você olha nos olhos dele, eles brilham. Não tem nem o que falar muito para ele, não. Tem até que equilibrar, segurar o ímpeto que tem muita força e velocidade. Mas é uma grande realidade, trabalhou muito bem. Acredito que treinadores têm que deixar legados, isso é bacana para nós. O Vitinho foi meu jogador no sub-20 e foi a venda mais cara da história do Botafogo. Lançar jovens como o Marcelo é a parte boa do professor. Isso que eu penso. Coloquei o Matheus Fernandes, todo mundo ficou meio assim. Trouxe o Lindoso e o Dudu Cearense porque eles se garantiram dentro de campo. O Matheus não veio nesse primeiro momento, mas não foi pela falta de experiência. Isso gera uma competitividade interna. Assim, a gente consegue ganhar o elenco.

GOL NO INÍCIO
Atrapalhou, não tem como esconder. A gente tinha uma vantagem que foi embora com três minutos. Tivemos que mudar, tenho uma estratégia para cada jogo, podemos mudar a conduta com os mesmos jogadores. Fomos superiores na partida. Inclusive, ainda não estamos no nosso melhor momento físico. Temos muito ainda a evoluir.

CARLI E CAMILO CONTRA FLAMENGO?
Tem que esperar, é muito cedo. Força máxima é ir com quem estiver melhor fisicamente. Ainda estamos na briga pelo Carioca, então vamos estudar agora com o departamento médico, fisiologia, e ver quem se encontra em melhor condição física para iniciar a partida.

Fonte: globoesporte.com.br/botafogo


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