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Jogou como nunca, empatou como sempre: a estreia de Bruno Lazaroni no Botafogo

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Novo treinador, problemas antigos. A estreia de Bruno Lazaroni no comando do Botafogo teve mudanças remotas e pontos positivos, mas erros já batidos custaram o empate diante do Fluminense, no último domingo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, o nono do Alvinegro na competição.

A começar pela formação tática, o Botafogo deixou o esquema de três zagueiros para trás. Rafael Forster foi um primeiro volante, à frente de Kanu e Benevenuto. Com um homem a mais no meio-campo, o Botafogo teve mais presença no setor: Rentería, por exemplo, aparecia com frequência dentro da área como elemento surpresa.

Ofensivamente, o Botafogo foi bem. Nos primeiros 45 minutos, apareceu no campo ofensivo com superioridade e tinha nesse meio-campista que avançava como elemento surpresa uma forma de bagunçar a defesa do Fluminense. Um erro antigo, contudo, colocou tudo por água abaixo: em um escanteio, a defesa parou, Fred subiu sozinho e o tricolor abriu o placar.

A bola aérea defensiva é erro batido no Botafogo. Foi desta forma, inclusive, que o Bahia marcou com Gilberto sobre o Alvinegro na última quarta-feira. Por outro lado, a equipe mostrou melhora em outros pontos: com mais pessoas no meio-campo, o Alvinegro somou 15 desarmes, o número mais alto nas últimas quatro partidas no Brasileirão e a segunda partida com mais roubadas de bola na competição.

– Se for fazer uma análise fria, a gente sofreu um pouco nas bolas paradas. É fazer um ajuste nesse sentido. Como vinha acontecendo antes, tivemos cinco chances reais de gol, duas bolas na trave, 17 finalizações a nosso favor… É continuar insistindo. Ninguém está satisfeito, mas de certa maneira, é continuar trabalhando para que essas oportunidades que a gente criou hoje, a gente consiga fazer nas próximas oportunidades – analisou Bruno Lazaroni, em entrevista coletiva após a partida.

A produção ofensiva do Botafogo no segundo tempo foi resumida a cruzamentos e jogadas direcionadas à grande área. Com a entrada de Pedro Raul, o Alvinegro teve mais presença no terço final. Pressionou, incomodou e empatou. Tentou fazer mais: em uma oportunidade, Matheus Babi acertou a trave; em outra, o camisa 9 parou em defesa de Muriel.

Pelo tempo mínimo de treinamento era praticamente impossível exigir alguma mudança crítica na equipe de Bruno Lazaroni em relação ao time de Paulo Autuori. Mesmo assim, o Botafogo teve maior compactação no meio-campo e foi intenso no campo ofensivo. Por outro lado, os mesmos erros defensivos voltaram a ser decisivos. O resultado? Ah, é claro, empate.

Fonte: Terra / Foto de Capa: Vitor Silva – Botafogo – Divulgação


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