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Lazaroni celebra semana de treinos no Botafogo e não se ilude com desfalques do Cuiabá: “Adversário forte”

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O Botafogo vem de uma semana de treinos, enquanto o Cuiabá empatou em 3 a 3 com o Paraná e perdeu por 3 a 0 para o Sampaio Corrêa. O adversário chega com, no mínimo, sete desfalques para o duelo na Copa do Brasil, mas o técnico Bruno Lazaroni descarta baixar a guarda para o confronto.

Em entrevista ao programa “Os Donos da Bola”, da Band, o treinador falou sobre o jogo e outros assuntos.

Leia trechos:

Que Cuiabá esperar?

– Acima de tudo, acredito que vamos enfrentar um adversário forte, independentemente de qualquer coisa, é motivante jogar Copa do Brasil contra o Botafogo, tem questão financeira, então, estamos esperando o melhor Cuiabá no jogo de amanhã.

– Vi alguns jogos do Cuiabá ao longo da série B. Tem se caracterizado por fazer gols na transição, não deve subir tanto as linhas, acredito que vá ter postura conservadora. Por não ter jogadores de referência à disposição, acredito que venha com três jogadores móveis, apostando na transição e nas bolas paradas.

Semana de treinos

– Em um primeiro momento, foi jogo atrás de jogo, foi muito baseado em ver o jogo e vídeos, passar situações para melhorarmos e evoluirmos. Nessa semana, realmente conseguimos trabalhar. Dentro do que apresentamos contra o Goiás, estamos evoluindo nas quatro formas de definir o jogo, criamos, mas não conseguimos concluir. Dentro disso, buscamos situações.

Pontos a corrigir

– Algo que incomoda bastante é a questão de levar gol no fim dos jogos, que não premiou o desempenho que tivemos, como contra Corinthians, Flamengo e Athletico-PR. É detalhe específico em cada partida, ter mais malandragem, segurar a bola, ter tranquilidade, evitar erros individuais e coletivos. Outro ponto é a questão dos empates, não conseguimos ser efetivos nas oportunidades que criamos, como contra o Goiás.

Reforços que chegaram

– Eles vêm com características diferentes. A pandemia prejudicou um pouco, atleta vem de outro centro, sem jogar regularmente. Dentro da sequência que estamos tendo, estamos procurando colocar em forma e inserindo no trabalho e nos jogos. Não é situação fácil, porque, no momento que vivemos, precisamos de resultado a curto prazo, no futebol não é dessa maneira, nem sempre o torcedor vai ter paciência. É passar confiança que a equipe melhorando coletivamente, o lado individual vai aparecer.

Relação com o pai Sebastião Lazaroni

– Ele passa a ser um coach meu. Ter a presença dele por telefone todos os dias conversando ou pessoalmente é um grande respaldo. Me ajuda bastante, principalmente com toques em relação a jogos e forma de lidar com o grupo. É bom para mim ter ele ao meu lado.

Fonte: Redação FogãoNET e Os Donos da Bola – Band / Foto de Capa: Vitor Silva – Botafogo


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