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Luis Henrique confia em evolução rápida no Botafogo: “Vontade enorme de vencer”

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Até a paralisação do futebol pela pandemia do coronavírus, a temporada 2020 vinha sendo especial para o garoto Luís Henrique. Aos 18 anos, o atacante do Botafogo, promovido ao elenco principal na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado, se tornou o novo xodó da torcida e conquistou o posto de titular na equipe. As boas atuações renderam a renovação do empréstimo junto ao Três Passos Atlético Clube (RS) até dezembro de 2022. Em entrevista, o jovem comemorou o bom momento na carreira e mostrou confiança em uma evolução acelerada como atleta.

– Atribuo tudo isso à minha enorme vontade de vencer, ao trabalho que tenho feito e à paciência, pois é preciso saber esperar. Estou tendo uma grande oportunidade de realizar um sonho e não vou desperdiçá-la. A experiência é fundamental. Quanto mais eu jogar, mais vou evoluir, é natural. Dou o meu melhor sempre e sei que esse processo será rápido – afirmou Luis Henrique.

Na atual temporada, o camisa 11 participou de dez jogos pelo Botafogo, todos eles como titular. O único gol marcado foi na vitória por 3 a 1 sobre o Macaé, na Taça Guanabara. A participação dentro de campo, no entanto, vai mais além. O jovem vinha sendo um dos mais participativos e perigosos da equipe nas chances criadas.

Luís Henrique passa o período de isolamento social perto da família, em Solêana, interior da Paraíba. O apoio dos parentes tem ajudado a conter a ansiedade de voltar a campo, em especial em um momento em que engatava uma sequência como titular.

– Fico ansioso pela volta dos treinos e dos jogos, mas consigo controlar esse sentimento. Nesse período que estamos passando, é necessário viver um dia de cada vez.

Confira outras respostas de Luís Henrique:

Qual balanço faz de 2020 até aqui? O que você acredita que possa melhorar em você e na equipe?

Via que o time vinha crescendo de produção. Precisamos aproveitar mais as oportunidades e aumentar nossa confiança para atingirmos resultados ainda melhores.

O que você tem feito para manter a forma neste período de isolamento? Como tem sido a sua rotina neste período?

Vim para Solânea, minha cidade para ficar próximo da família. Estou treinando com meu pai e meu irmão, como nos velhos tempos. A rotina tem sido normal, seguindo as normas da quarentena, ficando em casa e tendo contato apenas com a família.

Como fica a parte emocional neste período afastado do futebol, logo quando vivia uma boa fase no Botafogo?

Lamento muito a situação como um todo. Particularmente, fico ansioso pela volta dos treinos e dos jogos, mas consigo controlar esse sentimento. Sei que tudo tem seu tempo e, ainda mais nesse período que estamos passando, é necessário viver um dia de cada vez.

Como é sua relação com o técnico Paulo Autuori? O que mudou para melhor na equipe com a chegada dele?

Tranquila, tenho aprendido bastante com suas ideias e ensinamentos. Ele conversa bastante e nos motiva com sua filosofia de trabalho e experiência. Creio que estamos mais objetivos nas partidas e acumulando mais confiança a cada jogo.

Como é ter um astro internacional do esporte como Honda no elenco? Como é a convivência com ele?

Tenho muito a aprender com um jogador tão experiente. Tem sido legal treinar e conviver com ele no dia a dia, dá pra perceber que é um atleta bem inteligente e esforçado, já fala até algumas coisas em português. Tem sido interessante observar a sua cultura.

Como foi para o grupo a perda repentina do Valdir Espinosa? No jogo logo depois da morte dele, contra o Boavista, você teve uma das melhores atuações do ano, com as duas assistências para os gols do Botafogo. As homenagens serviram como motivação?

Foi um momento triste e doloroso, pois ele sempre estava nos apoiando e aconselhando. Não só a homenagem, mas a história e os ensinamentos dele serviram e servem de motivação pra gente.

Fonte: Terra


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