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Marcinho diz que seu futebol cresceu demais no Botafogo e mira a Copa do Mundo: “Quero ser o lateral do hexa”

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O lateral-direito Marcinho, que se recupera de uma lesão no joelho, planeja voltar aos treinos no Botafogo no mês de julho, depois do fim das férias e da quarentena por conta da pandemia do novo coronavírus, mas essa não é a única meta do jogador. Se em recente entrevista para a Band, o atleta disse mirar uma lacuna existente na Seleção Brasileira, desta vez, em uma live na noite desta terça-feira com o seu coach José Luiz Tavares, ele afirmou que quer ser o “lateral do hexa”.

Marcinho traçou a conquista da Copa do Mundo como objetivo logo após lembrar a sua convocação para dois amistosos da Seleção, contra Senegal e Nigéria, em outubro de 2019.

– Eu cheguei a um número alto de assistências, desarmei o Neymar três vezes… Isso é uma meta atingida, é uma meta alcançada para chegar lá na frente no hexacampeonato. Eu quero ser o lateral do hexa. As metas estão aí para a gente traçar e chegar lá na frente – projetou.

Me sinto mais jogador

A rápida experiência na Seleção Brasileira com o técnico Tite deu bastante confiança para Marcinho. Para o lateral alvinegro, o aprendizado com a Amarelinha agregou muito no seu futebol. O botafoguense também destacou os ensinamentos com os treinadores Alberto ValentimEduardo Barroca e  Ricardo.

– Me sinto mais jogador para qualquer momento. Quando você recebe a notícia da convocação, ficamos em êxtase, mas chegando lá, vemos que são pessoais normais, comuns, mas fenômenos dentro de campo. Vamos nos sentindo mais à vontade. Já estava tranquilo no primeiro treino. O Tite e a comissão técnica me deixaram muito à vontade. O auxiliar técnico ia ao meu quarto, me passava as coisas. Além disso, tinha as coisas que aprendi no Botafogo com o Valentim e Barroca, que me ajudou muito na parte defensiva. Zé Ricardo era fora de série também. Todos eles foram muito importantes para mim, mas na Seleção há detalhes que os clubes não tratam. Agregamos mais técnica, vemos pessoas jogando em um nível que não estamos e absorvemos tudo aquilo ali. O futebol é confiança e na Seleção, ela vai para o espaço. Foi muito bom para mim. Depois que você chega lá, a gente se solta e joga futebol. Desfrutamos do momento, aproveitamos. Me sinto muito privilegiado e espero que isso aconteça mais vezes. O nível do meu futebol, sem dúvida, cresceu demais – avaliou.

O jogador do Botafogo encerrou o bate-papo dizendo que tem feito caminhada na praia durante a quarentena e dizendo que seu sonho no momento é ver sua “lesão zerada e voltar a jogar futebol da melhor forma possível”.

Fonte: Redação FogãoNET


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