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Montenegro explica manutenção dos salários dos atletas: “Sempre tiveram paciência quando atrasamos”

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Ao LANCE!, membro do Comitê Executivo justificou escolha por não reduzir os vencimentos dos jogadores do Botafogo; mais de 45 funcionários foram demitidos nesta segunda

A semana não começou positiva no Botafogo. Nesta segunda-feira, o clube anunciou o desligamento de alguns funcionários em detrimento das dificuldades financeiras causadas pela pandemia do coronavírus. Ao todo, entre 40 e 50 trabalhadores – seja das sedes do Nilton Santos ou General Severiano – foram demitidos.

Em entrevista exclusiva ao LANCE!, Carlos Augusto Montenegro, membro do Comitê Executivo de Futebol do Alvinegro, explicou que a diretoria não optou em, por ora, reduzir os salários dos jogadores em maio.

– A gente entende que isso (coronavírus) foi uma fatalidade. Os jogadores sempre tiveram paciência quando nós atrasamos (o salário) e que é nosso dever não tentar diminuir. Até, pelo menos esse mês, tudo vai continuar normal. Tudo pode ser revisto no futuro se a situação não melhorar. Se demorar três, quatro meses (para as competições voltarem), vamos conversar com os jogadores. Estamos administrando aos poucos – afirmou.

Montenegro não cuida diretamente das questões envolvendo funcionários, mas, mesmo assim, passou um panorama sobre a atual situação das duas principais sedes do Botafogo.

– Vimos quantos poderiam sair de acordo com cada setor. Não vi a lista, isso são com as pessoas do clube, eu não sei tudo sobre o Botafogo, é mais com o Nelson (Mufarrej), só sei que foram entre 40 e 50 funcionários demitidos – contou.

Fonte: Lance


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