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“Músico” durante férias na Holanda, Gatito projeta Botafogo 2020: “Legal que esteja se preparando para o futuro”

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Goleiro paraguaio toca percussão em restaurante na cidade de Utrecht, onde morou entre 2011 e 2012; sobre uma possível transferência, diz que só aconteceria em condições favoráveis

Gatito Fernández e seus companheiros tiveram ano nada tranquilo no Botafogo. Resultados ruins, atrasos constantes e luta contra o rebaixamento. O sufoco passou, e o momento de curtir chegou. O goleiro de 31 anos elegeu Utrecht, cidade na Holanda que leva o nome do time que defendeu entre 2011 e 2012, para aproveitar as férias.

Lá, tem relembrado quase que diariamente a época em que se divertia no “Ele Tapas”, cujo dono é o também paraguaio Fermin Miranda Cáceres. Na última quarta-feira, o “baterista em horas vagas” Gatito matou a saudade dos tempos em que tocava percussão no restaurante de Fermin.

– Quando cheguei aqui no Utrecht, ele com outro paraguaio que mora aqui me mandaram uma carta se apresentando para mim, falando que moravam na cidade e que gostaria de me acontecer. Aí que conheci o Fermin. A partir daí sempre ficamos juntos, ele quem me acolheu na cidade.

– Como ele é músico e eu também, em todas as segundas-feiras nós íamos a um estúdio de música para tocar com outras pessoas. Agora nas minhas férias aproveitei para visitá-lo, há quase oito anos não nos víamos.

Gatito já foi alvo de reportagens no Brasil sobre o fato de tocar bateria e ter integrado uma banda de rock. Na Holanda também não foi diferente, e o paraguaio guarda uma matéria com carinho.

– Estou aqui em Utrecht, quase todos os dias vou ao restaurante dele, onde eu passava todos os dias. A foto que mandei foi de uma entrevista que fizeram aqui. Aqui também gostaram dessa ideia de a gente tocar música. A partir daí o restaurante dele ficou cada vez mais conhecido. Depois a televisão fez outra reportagem. Essa ficou bacana porque fizeram uma reportagem no estúdio mesmo.

A cabeça de Gatito no momento está voltada para as férias, mas há tempo para pensar no Botafogo em 2020, ano em que o futebol alvinegro viverá transição para o modelo de clube-empresa. A esperada modernização do Glorioso anima o paraguaio.

– O clube vive um momento de transição e é legal que esteja se preparando para o futuro. Todos sabem das dificuldades do dia a dia e a grandeza do Botafogo exige briga por títulos e ambições.

Sempre um dos nomes mais falados do Botafogo durante o mercado de transferências, Gatito Fernández mantém o discurso de que uma saída só acontecerá em caso de proposta vantajosa para ambas as partes.

Globoesporte

– Tenho contrato com o Botafogo e sou muito feliz no clube. Se alguma proposta aparecer precisa ser boa para todas as partes. Como todo profissional, vou ouvir e decidir junto às pessoas que confio.


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