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Novo camisa 7, Montillo tem recepção calorosa no RJ

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“Uh, tá maneiro, o Montillo é alvinegro”! Torcedores do Botafogo fizeram a festa para receber o craque argentino na chegada ao Rio de Janeiro na noite desta quarta-feira. O novo camisa 7 desembarcou no aeroporto do Galeão, vindo de Buenos Aires, por volta das 23h ao lado do empresário, Sergio Irigotia. Ele foi abraçado pelos alvinegros, que o aguardavam ao lado de… Susana Vieira.

Isto mesmo, a atriz passava pelo corredor e, bem-humorada, participou da festa pouco antes da chegada do jogador argentino. Foi erguida, gritou “Fogo” e tudo mais. Outra presença surpresa foi a do técnico Jorginho, ex-Vasco, que também saiu pelo portão de desembarque minutos antes de Montillo. Ao perceber a grande movimentação de torcedores e jornalistas, ele atravessou rápido o saguão, mas recebeu os cumprimentos de alguns dos alvinegros.

Mas a festa para Montillo foi a maior, naturalmente. Bastou ele aparecer no saguão para a torcida não parar de cantar. Até mesmo durante a entrevista para a imprensa. Depois, ele teve o pé beijado e benzido por um dos alvinegros e seguiu abraçado e tirando fotos com os demais torcedores durante a caminhada até o estacionamento do aeroporto.

Usando camisa que faz referência ao estádio Nilton Santos (“é a nossa casa”), o argentino, além do carinho do público, também recebeu um pedido especial: gol no Flamengo. E não fugiu da responsabilidade.

– Tomara que eu possa fazer muitos gols, não só no Flamengo – disse o camisa 7.

Montillo chega como a maior contratação da gestão de Carlos Eduardo Pereira. Aos 32 anos, o meia argentino é a aposta do clube para disputar o título da Libertadores. Ele passou os últimos três anos no futebol chinês, mas teve passagem de sucesso pelo Brasil. Entre 2010 e 2014, ele defendeu Cruzeiro e Santos e teve sucesso, especialmente, com a camisa do clube mineiro. Na última temporada, pelo Shandong Luneng, ele disputou 34 jogos e marcou 13 gols entre jogos do Campeonato Chinês e da Liga dos Campeões da Ásia.

 

 

Confira a entrevista completa do desembarque do Montillo:

Como é ser recepcionado desta maneira?

Isso é uma coisa que proporciona o futebol. Eu curto muito, sou muito agradecido. Tomara que eu possa dar muitas alegrias à torcida.

PRIMEIRA IMPRESSÃO

Felicidade, né? A diretoria trabalhou muito bem, a gente já sabia há muito tempo que iria fechar com o Botafogo. Eles queriam fazer alguma coisa mais chegando o Natal (risos). Estou muito feliz de chegar aqui. Que eu possa mostrar meu futebol, meu trabalho dentro do campo, e fora sendo o mais profissional possível. Mas tentando ajudar essa equipe que fez um trabalho muito bom em 2016.

FORMA FÍSICA

Isso aí tem que mostrar dentro de campo. Às vezes se tem um preconceito muito grande no futebol asiático. Mas o Brasil está em primeiro nas eliminatórias jogando com Paulinho e (Renato) Augusto, que jogam no futebol chinês. Então tem que mostrar dentro do campo e trabalhar. Estou treinando nas férias para chegar no melhor possível no dia 11, que é a reapresentação do time. Isso aí não posso falar agora, tem que ser dentro de campo, a torcida tem que ver o futebol do Botafogo dentro de campo.

VOLTA À LIBERTADORES

A Libertadores é um torneio muito importante. O Botafogo fez um trabalho muito bom ao longo do ano, então tomara que a gente trabalhe para conseguir essa classificação à fase de grupos. Não é fácil, mas vamos trabalhar duro com os companheiros, treinador… Com muita vontade.

MOTIVAÇÃO PARA VIR

Acho que foi o trabalho sério da diretoria. Eles se comunicaram muito cedo comigo, mostraram um interesse muito grande por mim. Eu sou um cara muito agradecido nisso aí. Não foi uma negociação difícil porque estava sem clube já, podia assinar com qualquer um, mas diretoria trabalhou muito bem para eu chegar aqui. Se comportaram muito bem comigo e com a minha família. Acho isso muito importante.

VOLTA AO BRASIL

Para mim é muito lindo. Passei quase cinco anos morando aqui no Brasil, jogando pelo Cruzeiro e pelo Santos. É um desafio muito grande. Tomara que eu consiga fazer  meu futebol para eles, a torcida.

CAMISA DE GARRINCHA APÓS AS DE PELÉ E MARADONA

Para mim é uma honra. Estou muito agradecido porque são camisas muito importante. Às vezes um número na camisa não significa nada senão o trabalho dentro do campo, mas é uma honra muito grande para mim. Tomara que eu possa fazer o melhor para ficar um pouquinho perto de tudo o que Garrincha fez aqui (risos).

GOL NO FLAMENGO?

Tomara que eu possa fazer muitos gols, não só no Flamengo. Tomara que eu possa ajudar não só com gols, mas com trabalho bem feito dentro do campo.

Fonte: Globo Esporte


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