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OÔÔ, ÊÊÊ… Tá eliminado nessa p….

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Olhar para a cara de jogadores como Diego, Paquetá e Vinícius Jr ao final da partida de ontem e ver a empáfia transformada em vergonha… olhar para a torcida asquerosa do lado de lá, que se acha acima de tudo e de todos, indo embora calada, assistindo à festa de uma torcida de verdade que canta e encanta em cada estádio que passa… isso realmente não tem preço…

Os 3 patetas acima citados hoje sentem o cheiro da derrota e da humilhação que insistem em tentar impor aos adversários. Cheirem bem, é só o começo.

O Botafogo se concentrou e se preparou para o melhor do Flamengo. Se as alterações do rival não surtiram efeito, o problema… é do próprio Rubro-Negro.

O Glorioso, em três dias, deixou para trás deficiências preocupantes, a instabilidade que fez bons momentos virarem lampejos e foi firme, estável durante os 96 minutos da semifinal do Campeonato Carioca. Por isso preenche o calendário com jogos nos dois próximos domingos.

E chegou à final estadual com um passo a passo que vale a pena ser refeito: ao fim da partida contra o Fluminense, quando a equipe perdeu levando gols de todo tipo, o grupo juntou os cacos. A cobrança foi forte. O próprio Rodrigo Lindoso admitiu, depois desta semifinal contra o Flamengo.

O segundo passo foi Alberto Valentim ceder e mexer na parte defensiva da equipe.

A entrada de Carli, melhora o posicionamento coletivo, faz Igor Rabello crescer e deixa em campo um jogador com jogo aéreo comprovadamente qualificado. Fora a confiança e a liderança que o veterano passa a todos. A entrada de Renatinho, mais móvel que Marcos Vinícius, também foi boa, mas não tão importante quanto o argentino.

Quando a bola rolou, vimos o terceiro passo. Um 4-1-4-1 com organização e tudo o que não se viu em muitos dos clássicos anteriores: marcação com qualidade pelos lados e pela faixa central. E o tempo todo.

Tem explicação: Marcelo atrás, mais Rodrigo Lindoso e Renatinho alinhados deram uma aula de composição no meio-campo.

Na direita, Marcinho e Luiz Fernando correram juntos. Na esquerda, Moisés e Valencia fizeram o mesmo. Aliás, os laterais alvinegros acertaram quase tudo que tentaram.

E tamanha dedicação na marcação obrigou o Flamengo a apelar para os cruzamentos. Foram incríveis 39 bolas alçadas na área, sem necessariamente ter um jogador em boa condição. Aliados à perfeição tática estavam a ótima noite técnica dos defensores e de Luiz Fernando.

O desafio, agora, é fazer tantos méritos virarem rotina.

Que venham as finais!

Fonte: lance.com.br/botafogo


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