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Paulo Autuori, do Botafogo, sobre suspensão imposta por TJD e Ferj: “Quando não tem argumento, você usa a força”

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Paulo Autuori voltou a comentar sobre a polêmica da última semana, na qual foi suspenso por 15 dias pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RJ), ligado à Federação de Futebol do Estado do Rio Janeiro. O treinador do Botafogo foi punido por críticas à Ferj em uma entrevista à “O Globo”, mas o clube recorreu e ele foi liberado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Mesmo apto para o jogo, o treinador preferiu não ir para o banco de reservas, assistiu à goleada do Botafogo por 6 a 2 sobre a Cabofriense de uma cabine. O auxiliar Renê Weber foi o técnico.

No programa “Bem, Amigos”, do “SporTV”, todos criticaram a posição do TJD e da FerjPaulo Autuori comentou o assunto.

– Não falo de pessoas, falo de conceitos. Em todas as entrevistas, o que falo é exatamente isso. No Brasil, quando você discorda conceitualmente de alguém, vira inimigo pessoal. O que eu falar é passível de discordâncias e críticas, é claro. Podem não concordar em nada, mas que defendam até a morte o direito de falar. Muitos morreram, perderam a vida, não queremos passar por situações como essa de novo – afirmou.

– Quando me proponho a falar, é para falar coisas, não dizer situações que não dizem absolutamente nada. Minha crítica foi ao que tem sido ao longo do tempo a Ferj. O próprio (Vanderlei) Luxemburgo teve problemas e foi suspenso. Quando não tem argumento, você usa a força – criticou.

Sem ida ao campo

O treinador explicou por quê, mesmo liberado pelo STJD, preferiu não ser o técnico diante da Cabofriense.

– Pedi ao Botafogo que não recorresse, porque o problema era meu, não do clube. Minha intenção era não causar constrangimento à instituição. O clube achou por bem recorrer, o STJD deu liminar. Sou totalmente contra essas liminares, as coisas têm que acontecer dentro de campo. Falei, fui punido, teve a liminar, preferi não ir ao campo. Há profissionais de qualidade, eu não faria falta ali. O que mais tentei explicitar foi a importância de salvaguardar a integridade física dos jogadores, os verdadeiros protagonistas. Os dois protagonistas do futebol são os jogadores e torcedores, fazem o futebol ser a magia que é no mundo todo – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e SporTV / Foto de Capa: Reprodução / SporTV


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