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Pedro Raul, do Botafogo, recorda experiência em Portugal: “Aprendi que não bastava ser jogador”

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Atacante defendeu o Vitória de Guimarães entre 2017 e 2019. Na Europa, desenvolveu seu futebol e aprimorou o inglês antes de voltar ao Brasil e “realizar sonho” no Alvinegro

Aos 23 anos, Pedro Raul já conquistou um espaço de destaque no Botafogo. Contratado no início da temporada, o centroavante é titular absoluto e tem três gols em sete jogos. Vestir a camisa alvinegra é realizar um sonho, como definiu o jogador natural de Porto Alegre ao GloboEsporte.com.

“A oportunidade de representar essa torcida, de jogar num clube grande do Brasil, de saber de toda história e peso que essa camisa tem no cenário do futebol… Poder vesti-la é a realização de um sonho”.

Antes do Botafogo, Pedro Raul se destacou no Atlético-GO em 2019. Apesar de jovem, o atacante já acumula uma experiência internacional, no Vitória de Guimarães, que o ajudou a amadurecer como jogador e a aprimorar o inglês, idioma que aprendeu ainda na adolescência.

“Jogar em Portugal foi uma experiência única, consegui aprender e desenvolver um bom futebol, lá eu aprendi que não bastava ser jogador, tinha que ser atleta. Eles dão muita atenção aos detalhes e os mínimos detalhes são os que diferenciam os grandes jogadores”.

– Isso é algo que tento implementar todo dia que vou para os treinos e jogos. No início foi difícil, chegar num país novo, continente novo, não conhecer ninguém, não saber o que se espera. Esses dias difíceis que me ajudaram a crescer como atleta. Falar inglês me ajudou muito na convivência com o pessoal da África e de outros lugares da Europa. Aprendi na adolescência e aprimorei em Portugal.

PEDRO RAUL:

Pensou em desistir do futebol em algum momento?

– Interromper não digo, mas houve momentos em que as coisas não saíam como eu queria, o que me fazia pensar se era realmente isso que eu queria para minha vida. Foram nos dias mais difíceis que eu construí a minha “casca”, como se fala no futebol, que me deu mais força e vontade de vencer.

Rotina em Portugal

– Era basicamente acordar, treinar e voltar para casa. O primeiro ano foi mais difícil, por estar chegando num clube novo, ter que me adaptar às regras, aos costumes, que são muito diferentes dos que tem no Brasil. Então, eu logo fiz amizade com os outros brasileiros, para ficar mais fácil, mas também tinha amigos de outras nacionalidades. No segundo ano, eu já tinha mais o que fazer, já estava acostumado com a cidade e a vida europeia, então, foi mais fácil.

Vida longe da família

– É algo que faz parte da nossa carreira. É um sacrifício que fazemos em busca do nosso sonho. Nem sempre vamos jogar perto da nossa família. A família e os amigos são a base de todas as pessoas e para nós jogadores, não é diferente. Nos influenciam em motivação, em decisões. Eles sempre querem o bem para nós e só de poder estar no Brasil, “perto” deles, é muito gratificante.

Destaque em pouco tempo de Botafogo

– Todos nós trabalhamos muito pra isso, todos querem esse reconhecimento, eu tenho um carinho enorme pela torcida. Desde que fui anunciado, recebi muito carinho e palavras de incentivo, isso conta muito e dá confiança para o jogador dar o melhor de si. Não vejo a hora de voltar aos treinos e jogos para poder devolver esse carinho com gols e boas atuações.

Fonte: Globoesporte.com


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