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Quem são eles? Jogadores da base ganham espaço e “camisa” no profissional do Botafogo

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Dos 38 atletas com numeração fixa no elenco, 20 são das divisões de base do Botafogo; ideia é que garotos transitem entre base e profissional para ter o maior número possível de jogos

Quando divulgou a numeração fixa para a temporada, o Botafogo mostrou uma relação de 38 nomes. Desses, 20 são oriundos da base alvinegra, mas nem todos estão integrados ao profissional. Alguns são mais conhecidos e figuram com frequência no time titular, como é o caso de Marcelo Benevenuto, Kanu e Caio Alexandre. Outros ainda não geram tanto burburinho, mas vira e mexe são relacionados e tem também aqueles que não estrearam entre os profissionais, mas causam boas impressões.

Quem são eles? Boa parte da torcida talvez não conheça ou não esteja acostumada a ver alguns desses nomes nas escalações do time profissional. O GE separou sete jogadores para você ficar de olho, seja ainda em 2020 ou para guardar e lembrar nas próximas temporadas.

Eles não treinam sempre entre os profissionais. Como são jogadores de base, é normal que oscilem com mais frequência do que os mais experientes. O Botafogo enxerga que vale mais a pena os jogadores atuarem nas divisões inferiores do que ficar apenas treinando na equipe principal. Os garotos, portanto, podem ficar um período no sub-20 e subir para compor elenco no profissional quando necessário.

Conheça um pouco mais sobre alguns dos jovens jogadores do Botafogo que ainda não atuaram no profissional:

28 – Andrew (GOL)

Há mais de um ano como titular no sub-20 mesmo tendo apenas 19 anos, o goleiro é um dos jogadores com maior projeção na base do Botafogo. Andrew ainda não atuou como profissional, mas foi relacionado para as duas primeiras rodadas do Campeonato Carioca deste ano, quando foi banco de Diego Cavalieri. Chegou a ser emprestado para o Maranhão Atlético para o Campeonato Maranhense em julho passado, mas não foi utilizado.

A segurança, os reflexos e os desempenhos no um contra um já o fizeram ser chamado para a seleção brasileira sub-18, o que considera como o momento mais feliz da vida.

Foto: Emanuelle Ribeiro – GE

15 – Wesley (ZAG)

Um dos primeiros jogadores a chegar ao Botafogo sendo oriundo da parceria com o TAC (mesmo clube em que surgiu Luis Henrique), o zagueiro treinou com o elenco profissional no início do ano. Quando os garotos do sub-20 foram eliminados da Copa São Paulo, alguns foram chamados por Alberto Valentim para compor os treinamentos na pré-temporada. Foi o caso de Wesley, zagueiro de 1,87m que fez dupla por muito tempo com Sousa e que tem bom vigor físico.

Foto: Reprodução – Instagram

32 – Elivelton (LAD)

Jogador técnico, Elivelton pode se beneficiar da dificuldade do Botafogo em encontrar um lateral-direito para o elenco profissional. Durante boa parte do período no sub-20, o atleta de 20 anos foi capitão da equipe.

No entanto, não conseguiu espaço no elenco e não é bem avaliado pelo clube. Tem contrato apenas até dezembro e não deve renovar.

Foto: Divulgação

21 – Romildo (VOL)

Romildo vinha aparecendo com frequência entre os relacionados por Paulo Autuori e alguns torcedores podem se lembrar do nome dele no banco de reservas. Na estreia de Lazaroni, ficou fora por questão muscular. Ele é um volante mais cadenciado, com boa visão de jogo. Não tem tanta intensidade, mas é importante para o esquema do sub-20 na hora de propor o jogo.

Foto: Vitor Silva – Botafogo

35 – Wendel (VOL/MEI)

Nascido em 2002, Wendel está no primeiro ano no sub-20 e ainda pode ficar na categoria até 2022, mas o futebol do volante/meia chama a atenção do profissional, tanto que foi relacionado pela primeira vez no último domingo, na estreia de Bruno Lazaroni, no clássico com o Fluminense. Há pouco tempo no clube, tomou a titularidade na equipe de base e tem como principal ponto forte a finalização de fora da área. É o homem da bola parada na categoria.

Foto: Vitor Silva – Botafogo

34 – Vitinho (MEI/ATA)

Alto e magro, Vitinho é um daqueles atacantes que podem jogar tanto pelas beiradas do campo, quanto mais centralizado (lembra de alguém no titular?). Com passadas largas, chega bastante na área adversária, tanto que marcou dois gols contra a Portuguesa, pela Taça Guanabara sub-20, desta forma.

Chegou este ano ao clube e ainda oscila um pouco nas categorias de base. Ainda não conseguiu espaço no elenco profissional e corre o risco de ser cortado do time principal.

Foto: Vitor Silva – Botafogo

37 – Maxuel (ATA)

Oriundo do Primavera, de São Paulo, o centroavante chamou a atenção da equipe de captação do Botafogo na Copinha de 2019. Artilheiro do Campeonato Paulista da categoria no ano passado, Maxuel é um atacante forte e ágil. No sub-20 disputa posição com Rafael Navarro.

Assim como Elivelton, é outro com contrato no fim e que ainda não convenceu. Corre o risco de ver a passagem pelo Botafogo se encerrar em breve.

Foto: Vitor Silva – Botafogo

Fonte: GE / Foto de Capa: Marina Cardoso – Lance!


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