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Técnico de Guilherme Santos no Paraná aprova contratação do Botafogo e detalha estilo do lateral

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Matheus Costa, que dirigiu atleta na Série B, destaca jogo ofensivo do ex-comandado; profissional diz que é necessário evoluir na cobertura e em quebras de linha; veja gols do atleta

Depois de o Comitê Executivo de Futebol anunciar que todos os atletas com contrato até dezembro deixariam o clube, as saídas de Gilson e Yuri, dois jogadores da posição, ficaram definidas. Assim, o atleta de 31 anos chega para disputar vaga com o prata-da-casa Lucas Barros.

Para apresentá-lo à torcida alvinegra, o GloboEsporte.com conversou com o treinador Matheus Costa, que dirigiu Guilherme Santos em 36 dos 42 jogos disputados pelo baiano com a camisa do Paraná, seu último clube.

Na opinião de Matheus, Guilherme Santos se sobressai no apoio. Na Série B, marcou duas vezes e deu três assistências.

– Guilherme Santos é um lateral de jogo ofensivo, os números comprovam isto pela Série B que ele realizou. Participou de gols decisivos oriundos pelo lado esquerdo. Tem como principal característica o seu jogo ofensivo. Pela força e velocidade, tem facilidade em chegar no fundo seja no apoio ou em ultrapassagens. Varia bastante o jogo, atuando aberto ou por dentro. Tem boa construção de jogo e qualidade técnica.

Em relação às deficiências de Guilherme, Matheus Costa apontou pontos que podem ser melhorados. Também destacou que, devido à altura (1,74m), não se sai bem no jogo aéreo. Apesar das observações, garantiu que o Botafogo acertou ao apostar no lateral-esquerdo.

– Defensivamente precisa corrigir algumas questões de cobertura e quebra de linha. No jogo aéreo, até pela sua estatura, não é seu ponto forte vencer duelos. No geral, acredito que tenha sido uma excelente contratação para o Botafogo. Não tenho dúvidas de que ele possa ajudar e trazer alegrias ao torcedor botafoguense. Fica aqui minha torcida.

Guilherme Santos levou sete cartões amarelos na Série B, número longe de ser fora do comum para um defensor. A reportagem, porém, questionou a Matheus a origem das advertências: jogo duro ou reclamações em excesso? O técnico responde.

– Ele é muito competitivo. Os jogos que ele não jogou comigo foram por suspensão (terceiro amarelo). Ele tomou amarelo por reclamação e por faltas de cartão.

Segundo o site de estatísticas “ogol.com.br”, o ano de 2019 foi o em que Guilherme mais atuou na carreira como profissional. Foram 45 partidas e dois gols.

globoesporte.com


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