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Vice de finanças do Botafogo estima perdas de até R$ 70 milhões com pandemia e cita foco em sócio-torcedor e S/A

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Se a situação financeira do Botafogo já estava ruim, com a pandemia do novo coronavírus e a paralisação do futebol, o panorama ficou ainda pior. De acordo com o vice-presidente de finanças do clube, Luiz Felipe Novis, o Alvinegro deve sofrer uma queda na arrecadação em 2020 entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões.

– Tínhamos orçado receitas para esse ano na ordem de R$ 213 milhões, mas tenho impressão de que haverá uma queda de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões, é uma expectativa que poderia fazer nesse momento. Só poderemos confirmar isso um pouco mais à frente, conforme as coisas forem voltando a funcionar. Vamos mensurar melhor as consequências da paralisação no final do ano, quando fecharmos as contas – explicou Novis à Rádio Globo.

Sem jogar desde o dia 14 de março, o Botafogo está prestes a completar três meses de total paralisação – os treinos têm sido feitos remotamente, cada um em sua casa, para evitar a disseminação do novo coronavírus. Com a falta de receitas correntes, o clube aposta em ações com o programa de sócio-torcedor e na instalação da Botafogo S/A.

– Não temos muitas alternativas. O futebol está parado, a cadeia produtiva do futebol está toda paralisada. Temos dificuldades com fornecedores, com patrocinadores… É complicado, ainda mais para um clube como o Botafogo, que tem dificuldade de crédito na praça. Estamos tentando incentivar o programa de sócio-torcedor para as receitas não caírem muito. Acreditamos muito na SPE (Sociedade de Propósito Específico, a S/A) esse ano, estamos evoluindo e temos a expectativa de que ela venha a efetivamente produzir resultados – completou Novis.

Fonte: Redação FogãoNET e Rádio Globo / Foto de Capa: Reprodução / Fogo na Rede


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